A farsa da conta fiada, a conversa fiada de Marise e a nossa semântica afiada!
Na sexta-feira, 24, participei de audiência na Justiça Eleitoral de Lençóis Paulista como testemunha de acusação na ação da coligação “Eu Quero mais para Lençóis” contra o uso arbitrário dos jornais Eco e Tribuna, em favor da coligação “Lençóis é tudo de bom”. Aliás, de propriedade do marido de Isabel Lorenzetti, não apenas jornal mas também as duas emissoras de rádio ofereceram apoio o que se configura como desigual e desequilibrada disputa eleitoral.
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Como testemunhas da defesa, claro e obviamente, funcionários desses jornais os quais, às escâncaras, divulgaram matérias em maior quantidade e favoráveis à Izabel Lorenzetti e, quando em relação ao oponente Tipó, depreciativas. Não bastasse isso, ambos os jornais imprimiram mais exemplares do que de costume e os distribuíram, gratuitamente, pela cidade. Outro aspecto, é que, somados, ambos os jornais têm cinco edições semanais!
Como testemunhas da defesa, claro e obviamente, funcionários desses jornais os quais, às escâncaras, divulgaram matérias em maior quantidade e favoráveis à Izabel Lorenzetti e, quando em relação ao oponente Tipó, depreciativas. Não bastasse isso, ambos os jornais imprimiram mais exemplares do que de costume e os distribuíram, gratuitamente, pela cidade. Outro aspecto, é que, somados, ambos os jornais têm cinco edições semanais!
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Não só isso. Cinco edições semanais com tiragens que chegam a cinco vezes mais que em períodos de calmaria política. Esses jornais imprimem de 2 a 3 mil exemplares a cada edição e, no período eleitoral, para lá de 10 mil. Assim, toda a semana e nos últimos três meses, Tribuna e Eco circularam com cerca de 50 mil exemplares. Os dois outros jornais que trouxeram matérias destacando Tipó, têm cada um, edição semanal e tiragem de mil exemplares.
Não só isso. Cinco edições semanais com tiragens que chegam a cinco vezes mais que em períodos de calmaria política. Esses jornais imprimem de 2 a 3 mil exemplares a cada edição e, no período eleitoral, para lá de 10 mil. Assim, toda a semana e nos últimos três meses, Tribuna e Eco circularam com cerca de 50 mil exemplares. Os dois outros jornais que trouxeram matérias destacando Tipó, têm cada um, edição semanal e tiragem de mil exemplares.
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A ação questiona o desequilíbrio causado por essa discrepância de quantidade e enfoque nesses jornais que apoiaram Lorenzetti, consolidados como veículos tradicionais na cidade, portanto, como dignos de crédito. É dizer que o que neles foi publicado é verdade, ainda que não seja. Como Tipó recebeu violentas críticas nos jornais que circularam por toda a cidade, óbvio que influenciaram na formação de opinião dos leitores e, especialmente, dos eleitores.
A ação questiona o desequilíbrio causado por essa discrepância de quantidade e enfoque nesses jornais que apoiaram Lorenzetti, consolidados como veículos tradicionais na cidade, portanto, como dignos de crédito. É dizer que o que neles foi publicado é verdade, ainda que não seja. Como Tipó recebeu violentas críticas nos jornais que circularam por toda a cidade, óbvio que influenciaram na formação de opinião dos leitores e, especialmente, dos eleitores.
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Estranha a ainda participação como advogado ativo, ao menos nessa ação, o diretor jurídico da prefeitura de Lençóis Paulista, Waldir Gomes, que, em pleno horário de expediente da Municipalidade estava lá a defender interesses particulares, mas, pago com dinheiro público. Aliás, Gomes, mesmo sem ter se licenciado do cargo atuou como advogado (e representante) da coligação “Lençóis é tudo de bom”. Uma ação foi protocolada e questiona essa sua atuação.
Estranha a ainda participação como advogado ativo, ao menos nessa ação, o diretor jurídico da prefeitura de Lençóis Paulista, Waldir Gomes, que, em pleno horário de expediente da Municipalidade estava lá a defender interesses particulares, mas, pago com dinheiro público. Aliás, Gomes, mesmo sem ter se licenciado do cargo atuou como advogado (e representante) da coligação “Lençóis é tudo de bom”. Uma ação foi protocolada e questiona essa sua atuação.
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Infelizmente, a “Justiça” tem dois pesos e duas medidas, acho que porque uns são mais iguais do que outros. Waldir Gomes, em toda gestão Marise diretor jurídico da prefeitura, foi em todas as reuniões convocadas pela Justiça Eleitoral e em horário normal de expediente, ou seja, recebendo salário da prefeitura para defender particulares! Nada contra ele optar por uma candidatura, mas, deveria ter vergonha na cara e deixar de receber dinheiro público!
Infelizmente, a “Justiça” tem dois pesos e duas medidas, acho que porque uns são mais iguais do que outros. Waldir Gomes, em toda gestão Marise diretor jurídico da prefeitura, foi em todas as reuniões convocadas pela Justiça Eleitoral e em horário normal de expediente, ou seja, recebendo salário da prefeitura para defender particulares! Nada contra ele optar por uma candidatura, mas, deveria ter vergonha na cara e deixar de receber dinheiro público!
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E Waldir Gomes, como advogado e ao mesmo tempo representante da coligação “Lençóis é tudo de bom” procedeu às perguntas a esta testemunha. Não vou aqui decliná-las, em respeito ao sigilo de Justiça do referido processo. Mas registro minha indignação à cara-de-pau com que servidor público usa a estrutura e recursos da prefeitura para os interesses privados. Aliás, essa é uma prática comum na administração Marise.
E Waldir Gomes, como advogado e ao mesmo tempo representante da coligação “Lençóis é tudo de bom” procedeu às perguntas a esta testemunha. Não vou aqui decliná-las, em respeito ao sigilo de Justiça do referido processo. Mas registro minha indignação à cara-de-pau com que servidor público usa a estrutura e recursos da prefeitura para os interesses privados. Aliás, essa é uma prática comum na administração Marise.
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O prefeito de Lençóis Paulista, em toda a campanha, além da própria imagem, usou e autorizou que usassem recursos humanos e materiais da prefeitura em favor da candidata Izabel Lorenzetti, sua diretora de educação e cultura. Izabel, antes de se licenciar, organizou a tal festa do Dia do Reencontro, cujo único objetivo foi trazer para reverência pessoas de Lençóis e seus familiares que aqui votam para uma farra com o dinheiro público.
O prefeito de Lençóis Paulista, em toda a campanha, além da própria imagem, usou e autorizou que usassem recursos humanos e materiais da prefeitura em favor da candidata Izabel Lorenzetti, sua diretora de educação e cultura. Izabel, antes de se licenciar, organizou a tal festa do Dia do Reencontro, cujo único objetivo foi trazer para reverência pessoas de Lençóis e seus familiares que aqui votam para uma farra com o dinheiro público.
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Na última hora e depois que foi denunciada, a prefeitura conseguiu transferir a responsabilidade para os shows musicais dessa ‘festa’ para o grupo Zilor. Mesmo assim, em inauguração de obra pública em período eleitoral é proibida a apresentação musical. E depois, para quem não sabe, o marido de Izabel é herdeiro do acionista do grupo Zilor, o qual teria pago o show artístico no evento que ela, descaradamente, usou para angariar votos.
Na última hora e depois que foi denunciada, a prefeitura conseguiu transferir a responsabilidade para os shows musicais dessa ‘festa’ para o grupo Zilor. Mesmo assim, em inauguração de obra pública em período eleitoral é proibida a apresentação musical. E depois, para quem não sabe, o marido de Izabel é herdeiro do acionista do grupo Zilor, o qual teria pago o show artístico no evento que ela, descaradamente, usou para angariar votos.
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A Justiça, dizem, é cega, mas, aqui em Lençóis é por demais. Essa mesma Justiça que já se pronunciou anteriormente não ter visto nenhuma discrepância entre o volume de matérias em favor de Bel e contra Tipó, também não se importou que essa candidata omitisse o milionário patrimônio pessoal na declaração de bens ao TSE, como não viu a pouca vergonha do uso abusivo das estruturas públicas em favor da candidata do prefeito.
A Justiça, dizem, é cega, mas, aqui em Lençóis é por demais. Essa mesma Justiça que já se pronunciou anteriormente não ter visto nenhuma discrepância entre o volume de matérias em favor de Bel e contra Tipó, também não se importou que essa candidata omitisse o milionário patrimônio pessoal na declaração de bens ao TSE, como não viu a pouca vergonha do uso abusivo das estruturas públicas em favor da candidata do prefeito.
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Mas, por outro lado, viu uma oportunidade de praticar o arbítrio quando concedeu liminar para busca e apreensão de exemplares dos jornais Correio Regional e Opinião, num ato só comparável aos praticados contra veículos de comunicação no período de ditadura militar e nos países com regimes de exceção. Os argumentos acatados pela ‘nobre julgadora’ vieram do diretor jurídico da Prefeitura e representante da coligação de Bel Lorenzetti!
Mas, por outro lado, viu uma oportunidade de praticar o arbítrio quando concedeu liminar para busca e apreensão de exemplares dos jornais Correio Regional e Opinião, num ato só comparável aos praticados contra veículos de comunicação no período de ditadura militar e nos países com regimes de exceção. Os argumentos acatados pela ‘nobre julgadora’ vieram do diretor jurídico da Prefeitura e representante da coligação de Bel Lorenzetti!
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E o prefeito José Antonio Marise não pode dizer que não usou a máquina em favor de sua candidata, porque vários vídeos que correm na internet (onde e graças a Deus seu grupo não tem poder para censurar) mostram situações de uso do dinheiro público para a compra de votos. E em pelo menos dois desses vídeos seus assessores são os protagonistas da malandragem. Aliás, seu chefe de gabinete, Edvaldo Pavanato, revela haver um esquema.
E o prefeito José Antonio Marise não pode dizer que não usou a máquina em favor de sua candidata, porque vários vídeos que correm na internet (onde e graças a Deus seu grupo não tem poder para censurar) mostram situações de uso do dinheiro público para a compra de votos. E em pelo menos dois desses vídeos seus assessores são os protagonistas da malandragem. Aliás, seu chefe de gabinete, Edvaldo Pavanato, revela haver um esquema.
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Claro que esse tipo de ação se configura como crime! Mas o prefeito sempre quis passar a imagem de homem honesto. E não satisfeito, saiu com ofensas e a dizer os que todos que estavam apoiando Tipó, especialmente pessoas de sua equipe de trabalho, eram criminosos. Não vi nada nos veículos de comunicação e mesmo na internet que mostrasse que esses são criminosos. Mas foi gente de Marise, certamente com seu consentimento, que os cometeu.
Claro que esse tipo de ação se configura como crime! Mas o prefeito sempre quis passar a imagem de homem honesto. E não satisfeito, saiu com ofensas e a dizer os que todos que estavam apoiando Tipó, especialmente pessoas de sua equipe de trabalho, eram criminosos. Não vi nada nos veículos de comunicação e mesmo na internet que mostrasse que esses são criminosos. Mas foi gente de Marise, certamente com seu consentimento, que os cometeu.
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O prefeito deve responder por esses atos criminosos. Claro que não são só esses registrados em flagrantes. Em oito anos, quanto será que o patrimônio público foi dilapidado para a compra das pessoas miseráveis, da manutenção da “ceva” para a garantia de votos? Quanto será que custou aos cofres públicos a aquisição de milhares de votos? Quanto será que o “esquema” revelado pelo chefe de gabinete mandou para o supermercado Santa Catarina?
O prefeito deve responder por esses atos criminosos. Claro que não são só esses registrados em flagrantes. Em oito anos, quanto será que o patrimônio público foi dilapidado para a compra das pessoas miseráveis, da manutenção da “ceva” para a garantia de votos? Quanto será que custou aos cofres públicos a aquisição de milhares de votos? Quanto será que o “esquema” revelado pelo chefe de gabinete mandou para o supermercado Santa Catarina?
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Aliás, para quem não sabe, o Supermercado Santa Catarina foi (foi???) de Pavanato. E deixou (?) de sê-lo, antes de assumir há quase oito anos, o cargo de chefe de gabinete do prefeito Marise! Não sei o que há entre prefeitura e esse supermercado, mas, outro dia, vi uma camionete da prefeitura descarregando no almoxarifado cestas básicas cujas caixas traziam a estampa do Santa Catarina!
Aliás, para quem não sabe, o Supermercado Santa Catarina foi (foi???) de Pavanato. E deixou (?) de sê-lo, antes de assumir há quase oito anos, o cargo de chefe de gabinete do prefeito Marise! Não sei o que há entre prefeitura e esse supermercado, mas, outro dia, vi uma camionete da prefeitura descarregando no almoxarifado cestas básicas cujas caixas traziam a estampa do Santa Catarina!
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E agora Marise vem dizer que o “esquema” com o Supermercado Santa Catarina era o de Pavanato mandar marcar para si, um fiado. Fiada é essa conversa! Aliás, tá cheio de conversa fiada nessa campanha de Izabel Lorenzetti que, apesar de ser milionária, parece não ter colocado um centavo de seu bolso. Mentirosa, reitero, porque se apresentou como humilde professorinha. E se for prefeita, ao sair, como vai justificar os bens que escondeu?
E agora Marise vem dizer que o “esquema” com o Supermercado Santa Catarina era o de Pavanato mandar marcar para si, um fiado. Fiada é essa conversa! Aliás, tá cheio de conversa fiada nessa campanha de Izabel Lorenzetti que, apesar de ser milionária, parece não ter colocado um centavo de seu bolso. Mentirosa, reitero, porque se apresentou como humilde professorinha. E se for prefeita, ao sair, como vai justificar os bens que escondeu?
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Para finalizar, e completar por hoje minha indignação, soube que a promotora da Justiça Eleitoral é nora do ex-delegado e hoje chefe das operações de segurança do grupo Zilor. Não é por nada, mas, a simpática representante do Ministério Público deveria ter declinado da participação nesses processos que envolvem a Izabel Lorenzetti - herdeira no Grupo Zilor. Deveria, ética e propriamente, ter alegado suspeição.
Para finalizar, e completar por hoje minha indignação, soube que a promotora da Justiça Eleitoral é nora do ex-delegado e hoje chefe das operações de segurança do grupo Zilor. Não é por nada, mas, a simpática representante do Ministério Público deveria ter declinado da participação nesses processos que envolvem a Izabel Lorenzetti - herdeira no Grupo Zilor. Deveria, ética e propriamente, ter alegado suspeição.


7 Comentários:
Quem lê essa postagem, verifica que: dado a credibilide do autor, da clareza e a firmeza dos argumentos; tal materia esta muito bem embasada em fatos que provavelmente não carecem de duvidas quanto a sua veracidade.
As denuncias são graves e vejamos:
1 - É publico e notorio que a Radio Difusora e o Jornal a Tribuna é de propriedade de parentes de uma dos Candidatos, assim como o jornal O Eco sempre deu sustentação ao prefeito que finda seu mandato;
2 - Tambem é clara a seriedade e a facilidade de serem formadores de opinião os jornais acima referidos;
3 - O uso da maquina adminstrativa pode ser caracterizado pelo simples fato de um veiculo oficial do municipio ir a qualquer lugar que for, mesmo para buscar uma garrafa d'agua.
4 - Os funcionários da autarquia (concursados) jamais e em hipotese alguma podem participar a favor de candidatos no horario de expediente.
5 - No caso dos comissionados deverão deixar seus cargos (e vencimentos) para poder participar de uma campanha a favor de algum candidato.
6 - O caso do Procurador Juridico da entidade, não poderia jamais exercer a defesa do candidato (da situação), pois fica claro que tal ato foi aprovado pelo detentor do mandato atual, mesmo porque como diz a materia postada estava a serviço da municipalidade (sem estar afastado do cargo publico que ocupa); e sendo pelos contribuintes pagos os seus vencientos; extraidos dos impostos recolhidos inclusive pelo opositor.
7 - No caso da suspeição da Exma. Sra. Juiza, como argumentado pelo autor da materia postada, é clara sua suspeição; pois é parente em primeirissimo grau de pessoa que exerce função remunerada dentro da empresa pertencente a familia da concorrente ao cargo eletivo.
Pelos aurgumentos apresentados na materia, seria de interesse publico que fosse exercido o direito do contraditório pela parte a qual foi imposta a acusação; e essa por sua vez esclarecesse os fatos, e não usasse dos argumentos que "foi resolvido na justiça"; pois é exatamente do que trata a materia postada "da Justiça".
Pois; a bem da verdade merece o povo Lençoense o respeito no esclarecimento dos fatos, pois o que, e como se dá o julgamento dos fatos poucos ficam sabendo, e podemos ainda usar a maxima que diz: "quem cala concente.
Com profundo respeito a "verdade" e a "justiça".
Obrigado Wilson,pela leitura, mas, preciso esclarecer que é a promotora quem tem vínculo de parentesco com o segurança do grupo Zilor, que, coincidentemente,tem na acusada de abuso de poder econômico nas eleições a condição de herdeira, atavés do marido, que, também, é dono de vários veículos de comunicação. A promotora teria que alegar suspeição e deixar que outro representante do MP assumisse os trabalhos. O resultado de sua atuação,e desde já, é suspeitíssimo!
Caro Alcimir
Tá certo, reli a postagem; mas é que quando li no meio da materia "Nobre Julgadora", fiquei com isso na cabeça, e ao escrever minhas linhas acabei cometendo a gafe.
Minhas sinceras desculpas a todos.
caro Alcimir, esta mais que claro,que a um esquema montado na linda(lençois)mas encoberto pela malandragem da poliica, e usada pela ignorancia,do povo sem conhecimento algum de leis, de direitos e pode se dizer de alto estima nenhum, ficou bem claro pelo conhecimeno do sr.Wilsom,que as denuncias saõ verdadeiras e baseadas em fatos, reais, mas o que parece que nao vai dar em nada, nao seria hora de o povo vim a saber das mesma denuncias, com mais clareza, com um uma certa pressao, saber que a promotora tem vinculo de parentesco, com o grupo zilor, num nao sera a hora de criar na cidade uma inprenssa em favor da justiça, porque essa cidade parece que nao tem, hora de esclarecer, que tudo que esa acontecendo ta cendo incoberto e o povo nao esta tendo, o direito de saber... qnto ao mais um abraço e sussesso...
Caro Senhor Luciano.
Agora sinto-me na obrigação de parabenizar o Senhor pelo comentário; veja bem voce acaba de me dar razão quando eu digo "O Estado de Direito Emana do Povo"; e exatamente o contrario o que ocorre; o cidadão se acomoda deixando para meia duzia de outros cidadãos "botar a boca no trombone" e lutar pelos seus direitos e depois fica a reclamar. E em seu comentário expressa sua opinião de forma coerente e sem agredir e nem ofender outrem; isso é muito importante, pois podemos amelhar "adversários" mas nunca inimigos.
A cidadania é composta de "Direitos e Deveres", os deveres são empurrados guela abaixo; mas os direitos quando conseguidos são a duras penas e depois de muita luta.
Está mais que na hora de o povo se unir e procurar seus direitos se há algo errado, e voce não pode entregar os pontos quando diz que parece que não vai dar em nada, lute continue sua luta; o povo não precisa saber de nada, o povo "deve saber de tudo", é essa a tática, faça movimentos ordeiros e pacificos, vá a luta, não desista, a maxima diz "Povo unido jamais será vencido", e que prevaleça sempre a "Verdade e a Justiça".
E quanto ao veiculo de informação por vós sugerido; o meu amigo Alcimir sabe tanto quanto eu que se vier a se fundar mais um veiculo de informação, fatalmente em um futuro breve será por outras pessoas rejeitado , pois já tivemos a pouco esse veiculo, onde seus diretores eram a favor do "povo" e da "Urbe", e a toda semana algo era escrito a favor dos cidadãos e contra dirigentes; mas os ideais se foram. . ., assim como o veiculo informativo; pergunte ao Sr. Alcimir ele poderá contar melhor essa historia para voce.
E para se "montar" esse veiculo que o Senhor propõe gasta-se dinheiro e muito, de onde virá???? quantas pessoas como o Senhor estará disposto a investir e remar rio acima????
O Brasil, se tornará um paiz mais justo quando a instrução e a "informação" a todos chegarem, e o cidadão brasileiro aprender a usar em toda a sua plenitude a prerrogativa que lhe é auferida pela Consituição Brasileira, os """DIREITOS""" e "Deveres".
Forte Abraço
caro amigo sr.Wilson, o estado de direito emana do povo, mas o povo parece que esta sedado a respeito, de assunto tao serio, isso nao è so em leçois nao mas em em todo lugar, essa politica de deixar o povo burro pode se dizer assim penso deixou o povo anestesiado, que se tirassem o fardo deles eles sentiriam falta do mesmo, seria o mesmo que tirar uma mulidao da favela e colocar eles morarem em um lugar muito bom, mas se eles nao tirarem a favela de dentro de si nao adianta nada. muito bom esse blog... mas precisa-se que o povo tivesse, como saber desses comentarios, e que esses cometntarios pudessem chegar ao povo, mas dedicar uma vida ao povo nao e facil...mas qnto ao mais um abraço...
Caro Sr. Luciano.
Percebo que é facil nós entrarmos em um acordo, e trocar idéias salutares visando o bem estar de outrem.
Voce mesmo diz que o povo está sedado e etc...etc...etc..., o que concordo plenamente com voce; e é muito dificil mesmo voce ajudar o povo; o povo não quer ajuda o povo quer que voce faça tudo sozinho isso que é dificil. O povo não quer aprender a pescar, o povo quer o peixe; por isso temos essa inercia toda.
É louvavel sua dedicação ao povo, mas veja bem: tente tomar a frente com uma melhoria para a população, e procure voluntarios para ajuda-l; garanto-lhe que bem poucos se habilitarão; agora faça voce sozinho, e depois de pronto proceda a distribuição, certamente faltará para muitos.
E mudando de assunto, voce notou que quando os comentários ficaram de bom nivel, sumiram-se os criticos e sobraram os analiticos???
Bom trocar comentários com voce.
Um forte abraço
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