A distância entre índices e realidade e o que está por trás das máscaras das personagens no teatro da política!
Os jornais de Lençóis Paulista, em especial Eco e Tribuna – ambos de sustentação ao governo Marise – veiculam notícias que nos quer fazer acreditar que nessa cidade a vida está ótima, que as estruturas públicas funcionam (saúde, educação, assistência social...), que o índice de desenvolvimento humano está não só acima da média, como é destaque nacional, dentre outras maravilhas.
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Será que os ‘sociólogos’ nesses jornais, se deram de verdade ao trabalho de perguntar como é que anda a vida das pessoas da periferia, lá no Primavera, Júlio Ferrari, Caju? Será que sabem que média é algo tão besta quanto dizer que, se entre duas pessoas uma come dois bifes e outra nenhum, na média, cada uma comeu um – e que já não pode ser parâmetro para tais afirmações?
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Que tal apanhar esses dados e algumas honrarias concedidas como reconhecimento e checar na prática se têm sentido? Por exemplo, é possível dizer que o atual governo municipal é amigo das crianças, quando, se recusa a comprar uniformes para nossas crianças especiais na APAE? É possível dizer que o trabalhador rural tem qualidade de vida, quando a usina lhe nega o contrato de trabalho direto e o joga para as empresas terceirizadas?
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É possível dizer que a educação de Lençóis Paulista é excelente, quando índices oficiais do Ministério da Educação provam que a avaliação de qualidade de algumas das escolas públicas locais ficaram com os equivalentes aos do sertão do Piauí! É possível dizer que em Lençóis há inclusão digital, quando, na verdade, há relutância do governo em socializar sinal gratuito de internet?
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É possível acreditar em um governo que ao invés de criar uma estrutura de serviços públicos eficientes, passa essa responsabilidade à iniciativa privada? Os casos mais marcantes são os da contratação de serviços públicos através da OCAS e de informática, via FutureKids. Afinal de contas, não temos profissionais qualificados na estrutura dos serviços públicos? Por que privatizar em áreas que devem ser garantidas e de responsabilidade do governo?
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É possível acreditar que candidatos a cargo público que mentem ou omitem informações sobre sua condição socioeconômica privada terão transparência e serão honestos com os recursos públicos? Por que será que a candidata Izabel Lorenzetti se coloca como uma pobre coitada, com parcos recursos, quando, todo o mundo sabe, que é de origem abastada. Por que esconder esse fato?
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Para ser solidário às causas do povo, não é preciso sacrifícios para se parecer com ele. Há na história da humanidade pessoas materialmente abastadas que ficaram ainda mais ricas espiritualmente porque não negaram sua condição, mas, deram dela à causa da solidariedade. Mirem-se no exemplo do Eduardo Matarazzo Suplicy, que nunca escondeu sua origem milionária para cair nas graças do povo pobre e oprimido.
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Imagino o quão sacrificante deve ser aos donos da cidade, ao menos economicamente, essa humilhação de ter que se curvar aos proletários aos quais explora nas suas fábricas em busca do voto. Ainda bem que isso é por apenas por alguns dias porque, eleitos, continuam com o massacre do corte de custos de produção, do acúmulo de funções para seus empregados, dentre outras mazelas.
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Como é que podemos acreditar que aqueles que já têm o poder econômico, do monopólio da comunicação, queiram o poder político para mudar a situação em favor dos que não o têm? Quem tem algum poder, e a história mostra isso, quer ainda mais poder. Não devemos cair nessa conversa de que: “eles já são milionários, não precisam disso para viver!” Precisam, sim, e de seu voto para continuar a ganhar e lhe explorar!
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Situação engraçada e humilhante essa a que se colocam em pedir votos - em especial candidatos da ‘burguesia’ acostumada a mandar fazer, executar, buscar, comprar e pagar pelo que querem! Eu, como apaixonado do teatro, me divirto e tenho momentos de prazer com essas personagens que protagonizam cenas ridículas e hilárias. Claro que para esse sacrifício haverá compensações... É preciso pensar que, ridículos somos nós, que não reagimos!
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Será que os ‘sociólogos’ nesses jornais, se deram de verdade ao trabalho de perguntar como é que anda a vida das pessoas da periferia, lá no Primavera, Júlio Ferrari, Caju? Será que sabem que média é algo tão besta quanto dizer que, se entre duas pessoas uma come dois bifes e outra nenhum, na média, cada uma comeu um – e que já não pode ser parâmetro para tais afirmações?
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Que tal apanhar esses dados e algumas honrarias concedidas como reconhecimento e checar na prática se têm sentido? Por exemplo, é possível dizer que o atual governo municipal é amigo das crianças, quando, se recusa a comprar uniformes para nossas crianças especiais na APAE? É possível dizer que o trabalhador rural tem qualidade de vida, quando a usina lhe nega o contrato de trabalho direto e o joga para as empresas terceirizadas?
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É possível dizer que a educação de Lençóis Paulista é excelente, quando índices oficiais do Ministério da Educação provam que a avaliação de qualidade de algumas das escolas públicas locais ficaram com os equivalentes aos do sertão do Piauí! É possível dizer que em Lençóis há inclusão digital, quando, na verdade, há relutância do governo em socializar sinal gratuito de internet?
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É possível acreditar em um governo que ao invés de criar uma estrutura de serviços públicos eficientes, passa essa responsabilidade à iniciativa privada? Os casos mais marcantes são os da contratação de serviços públicos através da OCAS e de informática, via FutureKids. Afinal de contas, não temos profissionais qualificados na estrutura dos serviços públicos? Por que privatizar em áreas que devem ser garantidas e de responsabilidade do governo?
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É possível acreditar que candidatos a cargo público que mentem ou omitem informações sobre sua condição socioeconômica privada terão transparência e serão honestos com os recursos públicos? Por que será que a candidata Izabel Lorenzetti se coloca como uma pobre coitada, com parcos recursos, quando, todo o mundo sabe, que é de origem abastada. Por que esconder esse fato?
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Para ser solidário às causas do povo, não é preciso sacrifícios para se parecer com ele. Há na história da humanidade pessoas materialmente abastadas que ficaram ainda mais ricas espiritualmente porque não negaram sua condição, mas, deram dela à causa da solidariedade. Mirem-se no exemplo do Eduardo Matarazzo Suplicy, que nunca escondeu sua origem milionária para cair nas graças do povo pobre e oprimido.
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Imagino o quão sacrificante deve ser aos donos da cidade, ao menos economicamente, essa humilhação de ter que se curvar aos proletários aos quais explora nas suas fábricas em busca do voto. Ainda bem que isso é por apenas por alguns dias porque, eleitos, continuam com o massacre do corte de custos de produção, do acúmulo de funções para seus empregados, dentre outras mazelas.
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Como é que podemos acreditar que aqueles que já têm o poder econômico, do monopólio da comunicação, queiram o poder político para mudar a situação em favor dos que não o têm? Quem tem algum poder, e a história mostra isso, quer ainda mais poder. Não devemos cair nessa conversa de que: “eles já são milionários, não precisam disso para viver!” Precisam, sim, e de seu voto para continuar a ganhar e lhe explorar!
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Situação engraçada e humilhante essa a que se colocam em pedir votos - em especial candidatos da ‘burguesia’ acostumada a mandar fazer, executar, buscar, comprar e pagar pelo que querem! Eu, como apaixonado do teatro, me divirto e tenho momentos de prazer com essas personagens que protagonizam cenas ridículas e hilárias. Claro que para esse sacrifício haverá compensações... É preciso pensar que, ridículos somos nós, que não reagimos!


1 Comentários:
Olá, gostei muito do seu blog.
Parabéns!
Um abraço
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