A comunicação explícita e implícita das campanhas eleitorais. Cuidado para não comprar gato por lebre!
Apanhei na garagem de minha casa várias peças de comunicação dos candidatos nas eleições majoritária e proporcional. Dentre elas, algumas ‘pérolas’, como um manifesto do candidato do Partido Progressista (do Maluf progressista?), Jessé Luqueto no qual se auto-denomina - ou à sua candidatura - zebra, certamente em alusão simpático animal-símbolo do jogo de loteria esportiva, onde o improvável até pode vencer. Sonhar não é proibido!
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Há, também, material bem produzido como o jornal de campanha de Bel e Luis Carlos – que mostra a qualidade do trabalho de comunicação, ao menos quanto ao visual. O conteúdo, contudo, deixa a desejar - em especial se o leitor tiver senso crítico ou acesso a informações sobre índices, por exemplo, de geração de emprego e renda em Lençóis Paulista, ou, se curiosos pesquisador dados públicos disponíveis.
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É bastante fácil, com informações em mãos, confrontar as informações veiculadas nesses textos colocados em belos informativos. O conteúdo é deixado em segundo plano, mas, que a forma é bela lá isso é! Cuidado leitor e eleitor com as aparências. Procure levantar dados, ou mesmo buscar os que se opõem aos tais, para, só depois disso, chegar às suas conclusões.
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Materiais de campanha de candidatos trabalham, sempre, com perspectivas futuras. E quando trazem dados sobre realizações efetivas é preciso questioná-los. A vida não é assim tão colorida, tanto isso é verdade, que, diante de dados sobre aumento de geração de empregos, é preciso buscar dados de realidade na família, na de vizinhos e amigos e checar se não há ninguém desempregado.
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Ou, ainda, quando empregado, é preciso verificar que tipo de trabalho tem sido gerado. Será que são trabalhos especializados tanto na questão técnica quanto no volume de remuneração ou é de baixa qualificação inclusive em termos salariais? Precisa avaliar, ainda, quem e por que faz promessas dessa natureza nesta época. Verifique se já fez - por si ou por pessoas de seu convívio - algo nessa direção em passado recente e se cumpriu.
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Mas voltando às peças de comunicação dos candidatos, de destacar a de Jessé Luqueto –candidato a prefeito pelo PP, onde faz um desabafo e questiona a real eficácia da diretoria de saúde de Lençóis Paulista. Em sua opinião, só os ‘bacanas’ e endinheirados é que têm boa assistência de saúde pública – embora dela não necessitassem. Para esses, segundo diz, até “jatinho” é disponibilizado!
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Também Jessé, que se arvora como cristão fervoroso e “temente a Deus” questiona a seriedade de candidatos que não respeitam a sagrada instituição do casamento. Como poderia alguém que vai de encontro a esse princípio, ser sério o suficiente para cumprir com as promessas feitas ao eleitorado? A bem da verdade, é preciso que os governantes sejam fiéis à causa do povo e que os tenham como filhos, aliás, quanto mais numerosos, melhor!
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Da parte do candidato Tipó, apenas vi os “santinhos”, que trazem a foto do candidato majoritário (prefeito) e proporcional (vereador), no verso. Já os santinhos de Bel/Luis Carlos só trazem o número deles. O marketing da campanha garante que imagens serão em segundo momento e que, sim, Lorenzetti e Trecenti prezam pela candidatura de vereadores.
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Os jornais também têm trazido informações sobre as duas ‘principais’ candidaturas, ou seja, de Bel e de Tipó – claro que em relação a esse em espaços exíguos. Os dois principais jornais da cidade, como todo o mundo sabe, dão sustentação à candidatura apoiada pelo prefeito Marise, o qual, sempre os prestigiou com recursos financeiros à divulgação de notícias de interesse público, ‘logicamente!’
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Também em resposta a questionamento do marqueteiro da campanha de Bel/Luis Carlos, fica o registro de que Moisés Rocha se abstem de escrever a Terceira Coluna no jornal Eco. Este colunista, entretanto, o lembra que todo juízo de valor deve vir assinado – até para que o leitor possa identificar se quem escreve tem credencial política e cultural para tais elocubrações semânticas
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Há, também, material bem produzido como o jornal de campanha de Bel e Luis Carlos – que mostra a qualidade do trabalho de comunicação, ao menos quanto ao visual. O conteúdo, contudo, deixa a desejar - em especial se o leitor tiver senso crítico ou acesso a informações sobre índices, por exemplo, de geração de emprego e renda em Lençóis Paulista, ou, se curiosos pesquisador dados públicos disponíveis.
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É bastante fácil, com informações em mãos, confrontar as informações veiculadas nesses textos colocados em belos informativos. O conteúdo é deixado em segundo plano, mas, que a forma é bela lá isso é! Cuidado leitor e eleitor com as aparências. Procure levantar dados, ou mesmo buscar os que se opõem aos tais, para, só depois disso, chegar às suas conclusões.
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Materiais de campanha de candidatos trabalham, sempre, com perspectivas futuras. E quando trazem dados sobre realizações efetivas é preciso questioná-los. A vida não é assim tão colorida, tanto isso é verdade, que, diante de dados sobre aumento de geração de empregos, é preciso buscar dados de realidade na família, na de vizinhos e amigos e checar se não há ninguém desempregado.
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Ou, ainda, quando empregado, é preciso verificar que tipo de trabalho tem sido gerado. Será que são trabalhos especializados tanto na questão técnica quanto no volume de remuneração ou é de baixa qualificação inclusive em termos salariais? Precisa avaliar, ainda, quem e por que faz promessas dessa natureza nesta época. Verifique se já fez - por si ou por pessoas de seu convívio - algo nessa direção em passado recente e se cumpriu.
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Mas voltando às peças de comunicação dos candidatos, de destacar a de Jessé Luqueto –candidato a prefeito pelo PP, onde faz um desabafo e questiona a real eficácia da diretoria de saúde de Lençóis Paulista. Em sua opinião, só os ‘bacanas’ e endinheirados é que têm boa assistência de saúde pública – embora dela não necessitassem. Para esses, segundo diz, até “jatinho” é disponibilizado!
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Também Jessé, que se arvora como cristão fervoroso e “temente a Deus” questiona a seriedade de candidatos que não respeitam a sagrada instituição do casamento. Como poderia alguém que vai de encontro a esse princípio, ser sério o suficiente para cumprir com as promessas feitas ao eleitorado? A bem da verdade, é preciso que os governantes sejam fiéis à causa do povo e que os tenham como filhos, aliás, quanto mais numerosos, melhor!
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Da parte do candidato Tipó, apenas vi os “santinhos”, que trazem a foto do candidato majoritário (prefeito) e proporcional (vereador), no verso. Já os santinhos de Bel/Luis Carlos só trazem o número deles. O marketing da campanha garante que imagens serão em segundo momento e que, sim, Lorenzetti e Trecenti prezam pela candidatura de vereadores.
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Os jornais também têm trazido informações sobre as duas ‘principais’ candidaturas, ou seja, de Bel e de Tipó – claro que em relação a esse em espaços exíguos. Os dois principais jornais da cidade, como todo o mundo sabe, dão sustentação à candidatura apoiada pelo prefeito Marise, o qual, sempre os prestigiou com recursos financeiros à divulgação de notícias de interesse público, ‘logicamente!’
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Também em resposta a questionamento do marqueteiro da campanha de Bel/Luis Carlos, fica o registro de que Moisés Rocha se abstem de escrever a Terceira Coluna no jornal Eco. Este colunista, entretanto, o lembra que todo juízo de valor deve vir assinado – até para que o leitor possa identificar se quem escreve tem credencial política e cultural para tais elocubrações semânticas


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